O que vem após a COP?
As soluções climáticas estão no centro das discussões em todas as economias do mundo, e o Brasil desponta como protagonista na redução de carbono e no aproveitamento sustentável de seus recursos naturais.
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Começa a Conferência da Mata Atlântica, em Curitiba, com governadores e debates sobre mudança climática
A partir desta terça-feira (19), Curitiba recebe a Conferência da Mata Atlântica. Considerado uma espécie de “pré-COP”, o evento é promovido pelo governo do Paraná e reúne representantes dos sete estados que fazem parte do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) além de lideranças ambientais e sociais.
Cacique Raoni: bancos devem parar de investir no desmatamento
Liderança histórica do movimento indígena, cacique Raoni reforça cobrança sobre instituições financeiras que seguem financiando o desmatamento da Amazônia. Os Povos Indígenas são os maiores aliados da Amazônia, servindo como último bastião de proteção da floresta em seus territórios. Mas fora desses territórios os incentivos políticos e financeiros ainda vão no sentido contrário. Em uma entrevista repleta de “puxões de orelha”, o cacique Raoni Metuktire, um dos maiores líderes indígenas do Brasil, conversou com a Bloomberg sobre o avanço do desmatamento e os efeitos das mudanças climáticas sobre a maior floresta tropical do planeta. Para ele, um dos obstáculos para a proteção da floresta é a persistência dos principais bancos do mundo em financiar atividades associadas ao desmatamento na Amazônia. “Os bancos do seu país [Reino Unido] devem parar de enviar dinheiro para o Brasil, de investir no desmatamento. Devemos conversar juntos e cuidar do que resta da floresta, não apenas para o nosso bem, mas para o bem dos brancos e de todos”, disse Raoni no escritório da Bloomberg em Londres. Raoni refletiu sobre como a floresta amazônica mudou em seus mais de 92 anos de vida. “A natureza estava ao nosso redor. Havia muitos animais. A floresta era grande. [Hoje] as pessoas já não desmatam 10 hectares de cada vez. Estão desmatando 10 mil hectares num fim de semana, com tratores”, disse. O Globo publicou a tradução da entrevista. A cobrança de Raoni encontrou eco em um grupo de mais de 30 gestores de investimentos, representando cerca de US$ 8 trilhões de ativos. Em relatório publicado nesta 3a feira (3/9), o Institutional Investors Group on Climate Change (IIGCC) e a Finance Sector Deforestation Action (FSDA) reiteraram a necessidade dos principais bancos do mundo de interromper o financiamento a atividades que resultam no desmatamento. “O desmatamento é uma questão crítica no centro do nexo natureza e clima. Os bancos têm um papel descomunal a desempenhar na economia global e têm o potencial de efetuar mudanças no enfrentamento do risco de desmatamento”, comentou Stephanie Pfeifer, CEO do IIGCC. A Bloomberg deu mais detalhes. Em tempo 1: O Movimento Amazônia em Pé, que reúne mais de 20 mil ativistas e 350 organizações, redigiu uma carta na qual manifesta “profunda preocupação” com a situação das florestas públicas na Amazônia Legal. O documento reconhece os esforços do governo federal na proteção dessas áreas, mas cobra “mais ambição”, especialmente no que diz respeito à demarcação de Terras Indígenas. A carta será entregue à ministra Marina Silva durante a Cúpula Social do G20, programada para novembro no Rio de Janeiro. A notícia é da Folha. Em tempo 2: O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o prazo para que o governo federal apresente um plano de medidas de combate ao desmatamento na Amazônia. A decisão atende a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), já que o governo federal não conseguiu cumprir o prazo inicial, expirado no último dia 26. O novo prazo termina na próxima 2a feira (9/9). Folha e g1 repercutiram a decisão. Fonte: Clima Info
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Projeto sobre adaptação a mudanças climáticas é aprovado no Senado
O Senado Federal aprovou, na quarta-feira (15), o projeto de lei (PL) 4.129/2021, que estabelece regras para a elaboração de planos de adaptação às mudanças climáticas. O texto reúne diretrizes propostas para a gestão e a redução do risco climático, a partir da adoção de medidas econômicas e socioambientais com o objetivo de adaptar os sistemas produtivos e de infraestrutura. A proposta determina a elaboração de um plano nacional de adaptação à mudança do clima, que deverá ser elaborado em um ano e orientará planos estaduais e municipais. Além de alinhados à Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, os planos deverão fomentar a agricultura de baixo carbono e garantir segurança alimentar e nutricional, hídrica e energética. No relatório, Jaques Wagner destaca a urgência apontada pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas na efetivação de medidas que garantam a segurança aos sistemas naturais e humanos: “As regras propostas harmonizam-se com os preceitos constitucionais que determinam o direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e à sadia qualidade de vida.” O PL de autoria da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) foi aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2022. No Senado, foi modificado na Comissão de Meio Ambiente e posteriormente na CCJ. A proposta será ainda revisada pela Câmara dos Deputados para análise das alterações. Se aprovadas, o PL será enviado à sanção presidencial. Fonte: Agência Brasil.
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MEIO AMBIENTE: COP28 E A ORBIS VERDI DO BRASIL
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) que ocorre em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, tem sido um importante palco para discutir medidas ambientais, em especial ao cumprimento do Acordo do Paris. O encontro que reunirá milhares de pessoas de cerca de 200 países até o dia 12 de dezembro. De forma virtual, a Orbis Verdi do Brasil tem acompanhado os importantes acordos que tem sido pactuado durante a conferência. Projetos inovadores de proteção ao meio ambiente também tem sido destaques no evento, projetos estes que seguem a mesma linha dos projetos da Orbis. Prova disso é que na semana passada, a Orbis foi selecionada e aprovada no Programa de Aceleração de Soluções Sustentáveis – INVEST PASS, da Invest Paraná. O programa é uma iniciativa do governo do Paraná que buscou selecionar empresas paranaenses que tenham soluções sustentáveis com projetos inovadores, e nesta seleção, os projetos da Orbis foram aprovados e passarão a compor o Banco de Soluções Sustentáveis do Governo do Paraná.
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BOA NOTÍCIA! FOMOS APROVADOS! 🚀♻️
Com muita alegria, compartilhamos que fomos aprovados no Programa de Aceleração de Soluções Sustentáveis – INVEST PASS, da Invest Paraná. O programa é uma iniciativa do governo do Paraná que buscou selecionar empresas paranaenses que tenham soluções sustentáveis com projetos inovadores, e nesta seleção, os nossos projetos foram aprovados e passarão a compor o Banco de Soluções Sustentáveis do Paraná, o Estado mais sustentável do Brasil!
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Telefones celulares prejudicam abelhas?
Sabe-se que alguns fatores, como a perda de hábitat ou o uso errado de pesticidas pode ser fatal para espécies de insetos úteis, como as abelhas. Há outros fatores, o que inclui a radiação de telefones celulares, que podem ter contribuído para o declínio dramático nas populações de insetos observado na Europa, nos últimos anos. É o que mostra um estudo realizado realizada pela Nature and Biodiversity Conservation Union (NABU) da Alemanha em conjunto com duas ONGs, uma da Alemanha e uma de Luxemburgo.
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Caminho de Peabiru, usado pelo descobridor das Cataratas do Iguaçu, pode se tornar atração turística
Os peabirus (na língua tupi, «pe» – estrada; «abiru» – capim enrugado) são antigas estradas utilizadas pelos guaranis, desde muito antes da descoberta da América do Sul pelos europeus








